Seis da tarde,
sentado na beira da cama
de lado pra janela.
Um respingo de luz avermelhada
me atinge os olhos,
atordoo-me.
Leve brisa,
uma folha atravessa a janela
se deita aos meus pés.
Da cor do sol.
Posso chamar de sinal?
Não, é só o universo me pregando
algumas peças.