Eu não posso deixar de me perguntar
Se você ainda me ama
Eu não posso deixar de me perguntar
Pra onde foi seu sorriso de todas manhãs
Eu não posso deixar de me preocupar
Se foi algo que eu fiz ou que disse
Eu não posso deixar de me preocupar
Eu não quero não, que você me deixe
Querida eu só quero que me diga de uma vez
Ainda tem espaço pra mim no seu coração?
Me diga que eu faço minhas malas e vou embora
Vou embora levando comigo o meu amor.
Poesia Translúcida
Poesias e Poemas de minha autoria.
2.6.15
13.3.15
Um pouco de mim I.
Sei o que quero, quero o que não tenho e nem posso ter. Tenho uma vontade insaciável de querer coisas que simplesmente não podem acontecer, como por exemplo: provar o inexplicável, achar exceções para fatos que já foram comprovados há séculos! Onde eu vejo carinho, quero festa e liberdade, já quando eu vejo a liberdade, irrelevância ou até mesmo desprezo, quero carinho, e morro por não o ter. Gosto de me apaixonar à ultima vista, ou nem ver de primeira, gosto de esperar o momento oportuno passar para tomar ações importantes para alguém ou à mim mesmo. Mais do que tudo já dito, gosto de estrelas, e ter todas elas só pra mim e preencher o vazio que essa vida de más escolhas causa.
10.2.15
Noite em casa
Hoje eu acordei sem ressaca
já tinha me esquecido dessa sensação
de não querer matar alguém por um gole d'água
de me arrepender do que disse o coração
Já que a cabeça estava um pouco longe
bem longe daqui, perto de você
estando louco não sabendo onde
como vim parar aqui e nem o porquê
Fumando cigarros contínuos
um atrás do outro
sem medo da morte
pelo que saiba eu sou imortal
já que nunca morri e nunca vou morrer
20.10.14
Universo
Seis da tarde,
sentado na beira da cama
de lado pra janela.
Um respingo de luz avermelhada
me atinge os olhos,
atordoo-me.
Leve brisa,
uma folha atravessa a janela
se deita aos meus pés.
Da cor do sol.
Posso chamar de sinal?
Não, é só o universo me pregando
algumas peças.
sentado na beira da cama
de lado pra janela.
Um respingo de luz avermelhada
me atinge os olhos,
atordoo-me.
Leve brisa,
uma folha atravessa a janela
se deita aos meus pés.
Da cor do sol.
Posso chamar de sinal?
Não, é só o universo me pregando
algumas peças.
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